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Domingo, 14 de Junho de 2009
...

A cena passa-se num fim de tarde em que as criaturas estavam endiabradas e eu não conseguia despachar o jantar. Então lembrei-me que tinha um saco cheio de ervilhas para descascar e resolvi pô-los a trabalhar, que de pequenino se torce o pepino. Assim matava dois coelhos de uma cajadada. Eles sossegavam (caso não começassem à pancada por algum motivo idiota) e eu ficava com a tarefa (chata para mim) concluída. Dei-lhes um saco para as cascas, uma taça para deitar as ditas ervilhas e pus duas cadeiras lado a lado com os utensílios ao meio (tudo equidistante dos dois, que senão dava a confusão do costume - ó mãe ela tem as ervilhas mais perto e descasca mais que eu! ó mãe ele não me deixa chegar ao saco das cascas! ó mãe eu não chego à taça! ) Tudo a postos, começa o trabalho. Claro que não podia ser uma actividade pacífica. Dois segundos depois de começarem, já estavam a ver quem descascava mais e mais depressa. O Afonso, que não gosta nada de ficar para trás, começou a aperceber-se que a irmã estava a ser mais rápida e começou a tentar atrapalhá-la; que não era assim que se descascava, que a maneira de as deitar na taça também não estava bem, enfim, a tentar distraí-la para ver se a apanhava. Sem ver resultados, opta pelo plano B. Pára tudo! Novas regras, diz o chefe. Ele, magnânimo como ele só, ia dar à pobre a irmã uma oportunidade que ela não podia recusar. As regras eram: ela ficava quieta, sem descascar uma única ervilha. Contava as que ele descascava e, no fim..... TCHARAN!! A última ervilha era para ela descascar. Ahhh! Mas não seria uma ervilha qualquer, na, na, na. Seria A Ervilha. A melhor, maior, mais rechonchuda que ele encontrasse. O Santo Graal das leguminosas! O mais espectacular prémio que ela poderia alguma vez desejar. A tonta caiu ainda durante uns minutos. Ao ver que aquilo era uma seca para ela, e que ainda por cima só ia ter direito a descascar uma ervilha, quis voltar às regras anteriores. Não foi fácil convencê-lo, mas ela resolveu a questão de uma maneira menos inteligente mas mais eficiente, e a melhor que ela conhece: à chapada.

Publicado por Vanda às 23:04
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2 comentários:
De Pátuá a 15 de Junho de 2009 às 16:15
:))

beijinhos
De À Nora a 16 de Junho de 2009 às 13:46
Ainda não parei de me rir e lembrar de como era com os meus irmãos!
Adorei este post, gostei mesmo.
A rapariga vai directa ao assunto, não há cá conversas, é mesmo à chapada, adorei!!!!

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