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Terça-feira, 17 de Março de 2009
Quem mexeu no meu pão?

Aqui há um mês e meio fiz uma encomenda através da internet. Recebi um e-mail a avisar-me que a encomenda ia ser entregue via CTT Expresso no dia 17 de Fevereiro. Ao chegar a casa, deparo-me com o embrulho no meio do chão, ao pé da minha porta. Sem avisos, sem mais nada. Apenas uma caixa. Já me tinha acontecido o mesmo com uns ténis que comprei para a Francisca em Outubro através da internet. O senhor chegou lá e atirou a caixa com os ténis para dentro do quintal e está feito. Desta vez, fiz uma reclamação para a empresa CTT Expresso. E aqui é que a coisa começa a ter graça. Que não, não podia ser, aquele não era o procedimento. Alguém teria que receber a encomenda ou então ela seguia para a estação de correios da minha área de residência (ora muito obrigada pela novidade!). Iam ver o que tinha acontecido. Entrariam em contacto comigo mais tarde. Passados alguns dias, ligam-me. Basicamente para me dizer que era melhor eu começar a tomar vitaminas porque eu tinha recebido a encomenda e assinado o aviso. Tinha-me sido entregue em mão e à minha pessoa, como podiam confirmar pela assinatura no aviso. "Muito obrigada, esta reclamação está encerrada." Ah, não está não,  que eu quero que me enviem uma cópia do aviso assinado por mim num dia de semana à 1 da tarde, num dia em que eu estava a trabalhar a quase 60 km de casa. Uma voz de frete então diz que vai ver o que pode fazer e que entrará em contacto comigo mais tarde. Passados alguns dias, ligam-me outra vez a dizer que ainda não tiveram oportunidade de me enviar cópia do documento que dizem que eu assinei, mas o estafeta jura a pés juntos que me entregou em mão. Vão continuar a trabalhar no assunto.

Ontem, finalmente, a solução para o mistério. De facto, o senhor enganou-se. Não fui eu que recebi e assinei a encomenda. Foi a minha (e cito) "vizinha, a mesma que me recebe o pão todos os dias". O pão?? Mas qual pão, está a falar de quê? Eu quando quero pão vou ao supermercado comprar, não tenho vizinhas que me fiquem com o pão, nem confiança com nenhuma para receber o que quer que seja por mim.

Acho que o senhor é que está a precisar de vitaminas para controlar a imaginação delirante. E ainda por cima falam sempre comigo como se eu fosse tontinha e eles estivessem cheios de razão. Só ontem quando disse à senhora que falsificar assinaturas era crime é que o tom do discurso mudou um bocadinho. Ficaram de reportar a situação mais uma vez e ver afinal o que aconteceu.

Não há pachorra.

Publicado por Vanda às 08:50
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