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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009
Protecção da Maternidade e Paternidade

Acho sempre uma certa graça quando vejo os nossos políticos encherem a boca para falar da parentalidade como valor sociai eminente, revestido de importância nuclear para a nossa sociedade e para nosso desenvolvimento enquanto país e o resto da conversa do costume que, de tão repetida, já se tornou banal para nós, que a ouvimos todos os dias. Depois, vêm os novos códigos do trabalho (para uns) e o novo regime do contrato de trabalho em funções públicas (para outros) e apercebemo-nos de que, se queremos protecção da parentalidade, temos que a comprar. Por isso acaba por ser simples, como tudo o resto. Se queremos educação e saúde em condições, pagamos. Se achamos que somos as melhores pessoas para acompanhar os nossos filhos enquanto eles são pequenos, temos sempre a hipótese de trabalhar menos horas que os outros, desde que as paguemos do nosso bolso. Além do mais, ainda levamos com os olhares reprovadores das pessoas que trabalham connosco a pensarem para dentro (e se calhar em alguns meios, para fora) que o que nós somos é uma cambada de preguiçosos que não queremos trabalhar. Claro que aqui o conceito de trabalho não é linear. Pode simplesmente passar por estar oito horas por dia no local de trabalho, mas isso já não interessa nada. Gostava de ver, daqui a uns anos, nalgum relatório, quantas pessoas puderam abdicar de 50% do seu ordenado durante 2 ou 3 anos para poderem acompanhar os filhos.

Mais vale assumir de vez que a conciliação entre a vida pessoal e profissional se faz através de actividades de substuição dos pais (alargamento da rede e dos horários de funcionamento das infraestruturas como creches, infantários, ATL, etc). Agora não escrevam que "A mãe e o pai têm direito à protecção da sociedade e do Estado na realização da sua insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação." É bonito, mas hipócrita. Não há necessidade.

 

 

Publicado por Vanda às 14:04
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