A questão dos percentis não é, de todo, algo que me tire o sono (que, aliás ultimamente tem sido de rochedo). Sempre convivi bem com o facto de ter um filho percentil 10, apesar de algumas mães fazerem concursos de percentis nas salas de espera dos médicos, como se isso fosse um atestado de capacidade para elas próprias. Também sempre achei que a questão da comida é, para ele, uma das formas de testar os nossos limites em termos de regras e tentar (re)definir a nossa "hierarquia doméstica"; estava, e continua, a perceber qual o lugar dele na família e até onde pode ir em relação a certas questões. Ontem, na consulta dos 4 anos foi constatado que o Afonso passou para o percentil 50, tanto no peso como na estatura, o que para ele é uma estreia! 16 kg e 103 cm já tem o meu menino!
a horta já tem direito a etiqueta e tudo
futebol mas só porque estamos em alturas