Tenho um filho no Grade 1 todo orgulhoso por ser o Prefect (acho que deve ser o nosso equivalente a delegado de turma) da sua classe. Entre muitos Abdollah, Mohammed, Ahmed, há uma menina chamada Cecília que fala português transatlântico, o que não deixa de ser uma lufada de ar fresco.
A Francisca também está toda orgulhosa de estar no KG1 e acordou toda cheia de iniciativa e vontade. Vamos ver se se mantém. A mim, sinceramente, desagrada-me um bocado a arabização crescente da escola. Há cada vez menos ocidentais e cada vez mais árabes. Um ambiente mais heterogéneo parece-me que talvez fosse mais saudável. Uma coisa curiosa é que o nome da professora da Francisca soa estranhamente a português neste meio. Parece que está fora de contexto. Tenho que perguntar à Miss Mascarenhas se é luso descendente (mas às escondidas, que neste colégio os pais estão proibidos de falar com os professores - regra que parece estranha até se conhecer os pais árabes e os modos com que se dirigem às pessoas que lhes prestam serviços, no geral).
a horta já tem direito a etiqueta e tudo
futebol mas só porque estamos em alturas