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mais sobre mim
Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
33 semanas

E entrei oficialmente na "bebélândia" (será que o acordo ortográfico permite dupla acentuação nas palavras??!) , sítio de onde já só devo sair daqui a sete semanas, mais duas, menos duas.

Estamos a preparar-nos para a recta final desta nova aventura. Mesmo à terceira continua a ser novidade e continua a ser aventura. Aqui dentro desta bola imensa que me desorienta o centro de gravidade não está o Afonso nem a Francisca. Está o António. E ele para mim já é tão presente como os irmãos, apesar de ter este aspecto de melancia gigante do Entroncamento. Todos os dias quando deixo a Francisca no colégio ela despede-se do António com um beijinho e uma festinha na barriga. À noite o mesmo.

Ao mesmo tempo dá sinais de saber que está prestes a deixar de ser a bebé da casa e a passar o testemunho. Quer mais colo, faz mais birras. Pediu-me para voltar a dormir a sesta na escola e está a comer muito mal.

O Afonso também anda mais rebelde. Acho que não tem nada a ver com o António, mas sim com as mudanças todas que temos feito. O país, a língua, as escolas. Às vezes revolta-se e fica tão transtornado que quase não o redonhecemos. Diz que quer trocar de família e às vezes ameaça sair de casa, só para nos ouvir dizer que ele faz aqui muita falta e que não seríamos felizes sem ele. Depois passa-lhe e fica muito triste com ele mesmo por ter dito as coisas, pede muitas desculpas e diz que era incapaz de fazer as coisas que disse.

Toda a gente diz as crianças se adaptam a tudo, que para eles é muito fácil. Não me parece nada assim. Eu como adulta tenho argumentos lógicos para justificar estas mudanças todas. Para eles não é bem assim. Por mais que lhes expliquemos com a nossa racionalidade típica os motivos de tão grandes mudanças, às vezes eles não os compreendem nem aceitam. Para eles é muito difícil. É tudo diferente dos hábitos e rotinas a que estavam acostumados. Para nós a adaptação é mais fácil porque conseguimos gerir melhor estas emoções todas e fazemos um esforço (às vezes também bastante grande) para as aceitar e tirar o máximo partido desta experiência. Para eles, por mais que os tentemos convencer que no futuro esta fase lhes vai trazer muitas recordações e provavelmente uma abertura cultural muito grande, é sempre difícil aceitar tudo isto sem quebrar e sem desanimar.

Publicado por Vanda às 18:33
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1 comentário:
De Paula Santos a 31 de Janeiro de 2010 às 23:18
Querida Formiga,
Vou já, já mandar uma carta aos Senhores para mandar retirar algumas palavras dos dicionários. Sim, palavras como:
- Desanimar;
- Difícil;
- Quebrar.
Vamos experimentar fazer um exercício:
Imagina que a tua mente é um mero teclado de computador. De seguida, olha de frente para a tua mente (agora em forma de teclado) e, se reparares bem, algures... Talvez no canto superior direito (eh pá, no meu está aí!)... Existe uma pequena tecla que diz Del ou Delete.
Pois, muito bem... Envia os estímulos necessários para que o teu dedo indicador direito chegue até essa tecla e... Puft! Acabaste de eliminar aquelas palavras da tua... Mente!
ABRAÇOS*

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