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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009
Tell me why I don't like mondays

Demorei 2 (duas!!!) horas a chegar ao hospital CUF Descobertas. Tinha saído uma hora antes da hora do exame porque calculei que sendo 2ª feira e estando a chover, não ia ser fácil. Bom, pelo menos assim só cheguei uma hora atrasada ao audiograma que estava marcado para o Afonso. O resultado, o de sempre. Está um bocadinho alterado, nada que o impeça de ouvir ou manter uma vida normal, mas de vigiar. OK. Passo seguinte, consulta de pediatria no hospital da luz. Chegamos mesmo em cima da hora marcada, o atraso anterior fez-nos ter que esperar por um buraquinho na disponibilidade da técnica de audiologia. Chegados à Luz, uma fila de 20 carros para entrar no parque e uma desgraçada de uma cancela que abre a conta-gotas. Respira, Vanda, conta até 100 e volta para trás. Escusado será dizer que depois de 2 horas enfiados no trânsito, os pequenos já estavam nos rituais de cretinice no banco de trás (Ó mãe ela cuspiu, ó mãe ele disse cocó, ó mãe ele está a cantar mal, ó mãe ela está a rir-se, ó mãe ele disse chichi e pilinha). 15 minutos depois entro no parque, para a nova aventura de encontrar o lugar que vagou e permitiu que a cancela se abrisse para eu entrar. Carro estacionado no piso -3. Mais uma eternidade à espera de elevador. Ufa, finalmente chegou! Pois chegou mas não sobe. Elevador fora de serviço, diz a voz electrónica de uma senhora que não percebe nada das pressas desta vida e de uma manhã que já ia longa e pouco produtiva. Toca tudo a sair do elevador, nós os 3 mais as pessoas todas que lá iam dentro. Volta a esperar por um que não esteja fora de serviço e por fim lá chegámos. A pediatra observa um, observa outro. Espanta-se com o crescimento (15cm!! no espaço de 1 ano) da Francisca, diz que se espanta com o do Afonso para ele não ficar triste. Espanta-se com o peso da Francisca (17,8 kg), diz que se espanta com o do Afonso para ele não ficar triste. Mede-lhe a pressão arterial e explica-lhe o quão crescido ele é pelo facto. Diz-me que a pressão do miúdo é 7(máx) 5(min) e perante o meu ar assustado a achar que ele vai desta para melhor, diz-me que o valor é óptimo para a idade. A seguir, vou pagar  e ele pede-me para ir brincar com os brinquedos da sala de espera. De repente, olho e vejo o miúdo a portar-se que nem um selvagem na zona das brincadeiras. Chegou lá, descalçou-se e agiu como se aquilo fosse tudo dele. Corria e gritava de um lado para o outro como se estivesse possuído.  E eu ao balcão, longe dele, sem poder fazer nada e a sentir o sangue a latejar-me nas veias. Não me passei ali (nem sei bem como) e levou a reprimenda a caminho do carro. O almoço foi McDonalds e eles, pelo presente do Happy Meal, até fingem que adoram aquilo.

Bem, já estou cansada do relato e calculo que vocês estejam de o ler. Houve mais, muito mais, neste dia que tirei de férias para ir com eles aos médicos e que acabei quase a precisar de um. Houve sumos entornados pela roupa dos dois, houve línguas mordidas que deitaram sangue e tudo, houve cabeçadas em vidros, houve quedas do sofá, pontapés e estaladas e safanões um no outro.

No fim do jantar, servi-lhes um chá "Noites Tranquilas" da Lipton. Alguém conhece um chá "Vidas Tranquilas"? É que me dava um jeitão...

Publicado por Vanda às 22:37
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1 comentário:
De Ana Paula a 15 de Maio de 2009 às 18:03
Ufa, realmente foi cá um dia...de férias, e tanto!!!
Se souberes desse chá avisa, é que a mim também me dava cá um jeitão.

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