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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008
Pesadelos

Há duas noites o Afonso acordou muito sobressaltado, a chorar muito. Tinha sonhado que eu o tinha abandonado num hospital, na sala de espera. Ainda tentou apanhar-me e trepou um portão, mas eu entrei no meu carro e fui-me embora.

Quando acordou, antes de me contar o sonho perguntou-me insistentemente se eu gostava dele. E se gostava muito. E se era mesmo muito. Só quando lhe garanti que ele era das pessoas mais importantes da minha vida é que lá contou o que tinha sonhado. Lá lhe assegurei que isso nunca, nunca iria acontecer e ele descansou mais um bocadinho. Mas não me largou a mão, não fosse o diabo tecê-las.

 

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Publicado por Vanda às 23:27
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2 comentários:
De rosaselimao a 23 de Outubro de 2008 às 18:44
Coitadinho...até dá um aperto no coração.
Beijinhos e um especial para o Afonso
De Anónimo a 26 de Novembro de 2008 às 13:20
Eu tinha de vez em quando um pesadelo semelhante: a minha mãe estava num autocarro, que começava a andar, e eu estava a tentar entrar mas não conseguia; e enquanto eu chorava e chamava por ela, ela ria e acenava.

O primeiro pesadelo foi aos cinco anos. Só bem depois dos 20 anos deixei de o ter. Por favor notar que no pesadelo eu era sempre pequenina!

Nunca contei à minha mãe, acho que por sentir que se tivesse coragem ela me deixaria mesmo para trás.

Se o miúdo contou, parece-me um bom sinal!

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