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Domingo, 20 de Janeiro de 2013
Como sempre, venho atrasada para falar disto #2

A gravidez da ministra Assunção Cristas. 4º filho, grande corajosa! Estou muito curiosa para perceber o que é que vai acontecer quando nascer o bebé, caso ela não tenha sido "remodelada" entretanto. Vamos todos perceber finalmente que não se pode ter tudo. Tendo em conta que o dia tem 24 horas, que a senhora tem mais três filhos além do que vai nascer e que é ministra de um "super ministério", que resulta da fusão de não sei quantos, acho que dá para antecipar o desfecho desta história. Das duas, uma: a senhora goza no máximo 1 mês de licença de maternidade e ainda assim, a meio tempo, porque mesmo nesse mês é impossível desligar-se do cargo que ocupa e simplesmente borrifar-se nas obrigações profissionais; ou então fica os 4 ou 5 meses em casa, sem trabalhar e inviabiliza a sua continuidade na função. Porque, por mais que eu gostasse que não fosse assim, eu acredito ( e tenho a experiência)  que não se pode ter tudo. E, no caso dos filhos, não se consegue mesmo ter tudo. Não acredito que uma pessoa com 5 filhos consiga ter uma carreira bem sucedida sem abdicar de alguma coisa. Não acredito que dê para conciliar tudo e ser boa e presente em tudo. É impossível. Os homens não são capazes e as mulheres também não. Acredito que haja pais que se desdobrem em mil para conseguir acompanhar os filhos no dia a dia, mas alguma coisa tem que ficar para trás (seja as tarefas domésticas, seja os momentos de lazer, seja as horas de sono, etc). E hoje em dia tenho muita facilidade em assumir isto. Não dá para tudo. O tempo não chega. E a dedicação que é necessária para educar e acompanhar os filhos não se compadece com horários de 10 ou 12 horas de trabalho por dia. O que não percebo é a dificuldade da sociedade em aceitar isto. Porque é que é suposto uma pessoa ter uma carreira, criar 3 ou 4 filhos, gerir a casa e no fim conseguir ter alguma sanidade mental para poder dizer e sentir que tem qualidade de vida? Porque é que não aceitamos que a conciliação que tanto procuramos vai ter que passar por abdicar de alguma coisa? Porque é que se olha de lado para as pessoas que querem trabalhar em part-time para acompanhar os filhos, e também, por outro lado, para aquelas que recorrem a terceiros para tomar conta dos filhos e acompanhá-los nas horas que os pais passam fora a trabalhar e a desenvolver a sua carreira? Cada família tem que tentar procurar o seu equilíbrio e definir o tempo que quer/pode dedicar a cada uma das responsabilidades que tem. Isto parece-me perfeitamente normal. O que me causa estranheza e incompreensão é a culpa que paira sobre as nossas cabeças, independentemente da decisão que tomemos. Parece sempre que falta alguma coisa e que não estamos a cumprir o nosso papel em pleno...

 

ps: claro que este texto generaliza e refer-se apenas àquelas (cada vez menos) pessoas que têm escolha; não me atrevo a falar daquelas que não têm alternativa senão trabalhar as horas que tiverem que ser para manter os empregos, isso dava assunto para vários posts...

Publicado por Vanda às 14:16
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