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Domingo, 15 de Abril de 2012
E agora as nossas férias

Vimos cabras (muitas, tantas!), montanhas, castelos, areia, camelos, deserto, praia, piscinas naturais, grutas (para ser sincera, eu não vi isto tudo - nos sítios onde havia "natureza a mais", ie, bicharadas a mais, fiquei no carro).

Passámos 15 dias a passear por Oman, um dos países que faz fronteira com este em que estamos. Oman tem uma diversidade de paisagens impressionante. Gostei muito de Muscat, a capital. Gostei do edifícios, da praia e da simpatia das pessoas em geral. Não estamos habituados a que os árabes sejam tão simpáticos conosco. Os Omanis, talvez por serem menos ricos que os Emiratis, são um povo mais aberto e simpático. Nos sítios mais rurais por onde passámos, buzinavam e acenavam cheios de alegria. As crianças também. Sorriam-nos, acenavam e umas até dançaram para nós, quando viram que lhes íamos tirar uma foto.

As mulheres, apesar de serem conservadoras e estarem também cobertas, usam tecidos coloridos, muitos com inspiração africana. Muito poucas usavam a abaya preta e o lenço preto nessas zonas mais rurais. Talvez na capital houvesse mais a abaya preta, mas pelas terriolas por onde andámos via-se cor e ritmo que fazia lembrar África. Mesmo fisicamente muitos omanis parecem africanos e não árabes. Uma coisa que me deixou espantada foi a naturalidade com que, nos restaurantes, bebiam cerveja. Aqui isso não se vê. Sabemos, ou desconfiamos, que à porta fechada, muitos muçulmanos bebem álcool. Em Oman, eles não escondem. Bebem e pronto. Pareceu-me uma sociedade bem menos hipócrita que esta daqui.

Gostámos muito de quase tudo o que vimos, apesar muitos sítios não estarem bem conservados. As praias públicas sao depósitos de lixo, os hotéis deixaram bastante a desejar. Foram, na maioria, caros demais para o que ofereciam. A comida e standards de higiene de alguns deixavam bastante a desejar. Tivemos também que reservar 2 quartos por cada hotel, o que fez o custo da viagem aumentar bastante. Já não nos aceitam com 3 crianças num quarto. Em alguns hotéis conseguimos quartos familiares, mas na maioria dos casos tivemos sempre que recorrer aos quartos intercomunicantes. Outra opção era acampar, mas isso sim, ia ser natureza a mais para mim. Muita gente faz isso, leva as tendas e acampa. O país é seguro e apesar de não haver parques de campismo, esta solução é popular. Para mim não dava. Além do mais, a questão dos banhos e da casa de banho é muito importante. Como é que íamos passar 15 dias a acampar de um lado para o outro, sem tomar banho (blhacc)??

O Francisco fala, fala do campismo mas para ele, um dos pontos altos das férias foi um buffet de marisco a que fomos no hotel em que ficámos em Muscat. Isso é que nos soube pela vida! Lagostinha à descrição, camarão, peixinho fresco, tudo grelhado na hora e por um preço bem simpático (e os miudos não pagavam!)

Agora foi voltar à realidade, sem pequeno-almoço de hotel e com horários para cumprir. A escola começou no dia 8 de Abril, Domingo de Páscoa e dia de aniversário do Afonso e já estamos todos engrenados e cheios de energia para começar a contagem decrescente para as férias que mais gostamos: as que nos levam a Portugal!

Publicado por Vanda às 20:29
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