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Domingo, 27 de Novembro de 2011
E agora, quem nos arranca daqui?

 

A busca de casa está a ser mais difícil do que parecia. Há muitas casas, mas os contratos são bastante estranhos e o facto de nos obrigarem a pagar um ano adiantado causa-nos alguns constrangimentos. Em primeiro lugar, pelo valor em questão. Em segundo lugar, e sabendo como as coisas aqui funcionam em termos de manutenção e assistência, pela perda de poder negocial que isso significa. Se pagarmos um ano adiantado e depois precisarmos de alguma coisa do senhorio ao longo do ano, que trunfo temos para garantir que há alguma pressão do lado dele que o obrigue a fazer ou reparar as coisas que precisamos? Já se sabe que quem paga adiantado fica sempre mal servido; por isso temos adiado a decisão. Além do mais, há uma série de casas e apartamentos a serem terminados e deverão estar no mercado lá para Janeiro, o que em princípio vai fazer com que os preços baixem um bocado e os contratos sejam mais flexíveis. Só para terem uma ideia do que falo quando digo que os contratos são estranhos, por exemplo, vimos um que nos obrigava a pedir autorização ao senhorio para sair do país e ele tinha que dar o seu consentimento, caso contrário poderíamos ser "despejados"; outros que dizem que, caso as coisas corram mal e tenhamos que sair do país antes do ano de arrendamento terminar, só reembolsam o dinheiro pago quando a casa voltar a ser alugada, ficando a nosso cargo os meses em que a casa não seja re-arrendada (impressão minha ou isto é mesmo surreal?). Outros há que não reembolsam, ponto final. Outros obrigam os inquilinos a pagar todas as taxas e impostos municipais. E alista continuaria por aí adiante. Aqui os inquilinos não têm direitos, só deveres.

Ora até há cerca de duas semanas atrás, a nossa urgência era maior do que agora. Estávamos num hotel que, apesar de convenientemente situado a escassos minutos do colégio, ficava numa zona mais ou menos industrial. O apartamento em si era escuro e sombrio e a limpeza era o que se via em posts como aquele ali em baixo. Quisemos mudar de hotel antes, mas como houve o Grande Prémio de Fórmula 1 não conseguimos antes de dia 15 de Novembro. Agora finalmente estamos num aparthotel mais confortável. Temos 2 quartos e uma sala com uma cozinha não muito grande, mas tudo o resto é excelente. Tomamos o pequeno-almoço buffet como se estivessemos num hotel, de férias. Durante a semana há também uma espécie de jantar ligeiro, que uma vezes aproveitamos, outras nem por isso. Há uma máquina de café e bolachinhas disponíveis todo o dia (portanto as cápsulas de nespresso estão em stand-by), há o jornal pendurado na porta todas as manhãs. Há limpeza diária. De resto temos todas as infraestruturas de um hotel: piscina, ginásio, restaurantes, internet wi-fi, etc.

A mim só me faz falta uma cozinha maior e uma mesa de jantar maior (estamos a desenrascar a coisa com as mesinhas da varanda, o que não é lá muito confortável). O Francisco está no céu, por ele já não saía daqui (e digamos que, financeiramente vai dar ao mesmo que alugar uma casa, com a vantagem de pagarmos ao mês e podermos sair quando nos apetecer).

Esta manhã descobri que ainda por cima têm serviço de baby-sitting (outra das coisas que nos estava a faltar, para poder dar umas voltas por aqui). Agora é que acho que não nos vamos embora do hotel...

Publicado por Vanda às 09:48
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2 comentários:
De Anónimo a 29 de Novembro de 2011 às 21:54
Olá cunhadinha,

Começo a ficar desapontado com o ultimo povo civilizado da terra! Já deixam as mulheres conduzir? É o principio do fim... O império romano acabou quando se renderam ao cristianismo e abdicaram da poligamia! Não sei se os árabes não estão a acabar com os nobre princípios ...
De Vanda a 30 de Novembro de 2011 às 06:29
Vê lá tu, cunhadinho! Qualquer dia já fumam :-) Isto realmente já não é o que era!

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